SOBRE POETAS,ASTROS DO ROCK E SISTEMAS ECONÔMICOS,NÃO NECESSARIAMENTE NESTA ORDEM (escrita em março de 2015)
Bucowski escreveu que estilo é a resposta para tudo. Uma maneira especial de fazer uma tolice ou algo perigoso.
O show do Jack White na ultima terça em Porto Alegre é a prova cabal de que o poeta maldito estava certo.
No caso ,a única tolice que o Sr. John Anthony Gillis (nome original de Jack White) cometeu , foi não ter exigido a ausência da Pista Vip/Premium no seu show, seguindo o exemplo comovente e simpático de bandas como o ACDC ou o Rage Against The Machine que entendem que esta "falcatruice capetalista" de segregar os fãs, é ridícula e desoladora.
Mas não vamos culpar o pobre Jack ...o rapaz foi coroinha e quase entrou pro seminário, então ter trocado esta vida de "retidão" e "desapego" por uma onda rock'n roll, já está de bom tamanho.
De qualquer forma ,fica a dica para as estrelas internacionais de plantão :"ABAIXO A PISTA VIP".
Jack se hospedou num hotel a poucas quadras da minha casa. Pensei em passar lá em algum momento antes ou depois do show.
Mas foi tudo tão rápido que preferi caminhar na Redenção e levar meus hospedes cariocas (que vieram especialmente para o show) para dar uma volta pelo MERCADO PÚBLICO da cidade.
Além disso não é de bom tom incomodar um astro do rock, só porque ele é um astro do rock. Eles também deveriam reivindicar o direito de andar por aí à toa sem serem incomodados.
Nunca perco a fé na humanidade e um dia todas as energias devem confluir e não teremos mais shows com abusivas PISTAS VIPS nem terão nossos ídolos fãs histéricas que lhes puxam os cabelos ou lhes beijam a boca à força.
Vale lembrar que em nenhum momento também perdi a esperança de encontrar o exímio guitarrista/gato /cheio de estilo,pela cidade, quem sabe comendo um xis coração na Lancheria do Parque ou bebendo uma Polar no Bar Ossip.
Infelizmente ele só ficou o tempo suficiente para fazer o show e filar o café da manhã do Sheraton Hotel.
Mas como diz outro poeta conhecido "tudo vale a pena se a alma não é pequena" e tudo no show valeu a pena com exceção da acústica do Pepsi on Stage que deixa a desejar. A iluminação no entanto estava incrivelmente bonita.
Tudo azul Jack White, e era isso que esperávamos de você... a depressão típica do pós show que consegue ser catártico, a necessidade de adquirir uma camiseta ou um botton para nunca apagar a lembrança(que inevitavelmente se apaga, principalmente se você bebe) e, acima de tudo, a certeza de que NÃO, o rock não morreu, me desculpem invejosos. Ele anda vivinho por aí pairando sobre gravadoras como a Third Man Records e com sorte pode dar as caras na sua cidade, como deu na minha.
No caso ,a única tolice que o Sr. John Anthony Gillis (nome original de Jack White) cometeu , foi não ter exigido a ausência da Pista Vip/Premium no seu show, seguindo o exemplo comovente e simpático de bandas como o ACDC ou o Rage Against The Machine que entendem que esta "falcatruice capetalista" de segregar os fãs, é ridícula e desoladora.
Mas não vamos culpar o pobre Jack ...o rapaz foi coroinha e quase entrou pro seminário, então ter trocado esta vida de "retidão" e "desapego" por uma onda rock'n roll, já está de bom tamanho.
De qualquer forma ,fica a dica para as estrelas internacionais de plantão :"ABAIXO A PISTA VIP".
Jack se hospedou num hotel a poucas quadras da minha casa. Pensei em passar lá em algum momento antes ou depois do show.
Mas foi tudo tão rápido que preferi caminhar na Redenção e levar meus hospedes cariocas (que vieram especialmente para o show) para dar uma volta pelo MERCADO PÚBLICO da cidade.
Além disso não é de bom tom incomodar um astro do rock, só porque ele é um astro do rock. Eles também deveriam reivindicar o direito de andar por aí à toa sem serem incomodados.
Nunca perco a fé na humanidade e um dia todas as energias devem confluir e não teremos mais shows com abusivas PISTAS VIPS nem terão nossos ídolos fãs histéricas que lhes puxam os cabelos ou lhes beijam a boca à força.
Vale lembrar que em nenhum momento também perdi a esperança de encontrar o exímio guitarrista/gato /cheio de estilo,pela cidade, quem sabe comendo um xis coração na Lancheria do Parque ou bebendo uma Polar no Bar Ossip.
Infelizmente ele só ficou o tempo suficiente para fazer o show e filar o café da manhã do Sheraton Hotel.
Mas como diz outro poeta conhecido "tudo vale a pena se a alma não é pequena" e tudo no show valeu a pena com exceção da acústica do Pepsi on Stage que deixa a desejar. A iluminação no entanto estava incrivelmente bonita.
Tudo azul Jack White, e era isso que esperávamos de você... a depressão típica do pós show que consegue ser catártico, a necessidade de adquirir uma camiseta ou um botton para nunca apagar a lembrança(que inevitavelmente se apaga, principalmente se você bebe) e, acima de tudo, a certeza de que NÃO, o rock não morreu, me desculpem invejosos. Ele anda vivinho por aí pairando sobre gravadoras como a Third Man Records e com sorte pode dar as caras na sua cidade, como deu na minha.
Comentários
Postar um comentário